Não da para transformar o lado de fora sem antes cuidar do lado de dentro. O autoconhecimento e a limpeza de si mesmo são o primeiro e mais importante passo. Ao se limpar, você ganha clareza, direção e força, e naturalmente passa a influenciar de forma positiva tudo ao seu redor.
Tudo a nossa volta é energia em movimento. As emoções, os pensamentos e até os ambientes deixam marcas no nosso campo energético. Quando essas energias se acumulam ou se desequilibram, a vida começa a travar.
A Mesa SCU (Sistema de Cura Umbanda) é uma mesa radionica que une a radiestesia (o uso do pêndulo) aos símbolos e à força das entidades da Umbanda. Com ela, o terapeuta rastreia bloqueios, limpa o que é permitido e ajuda a transformar aquilo que trava o seu caminho, mesmo a distância, pois para energia não há espaço nem tempo, veja o sol, por exemplo, mesmo há qulômetros de distância, você o sente.
A mesa SCU reúne diferentes ferramentas em um mesmo sistema:
Radiestesia
Utilizada para detectar, rastrear e mensurar frequências por meio do pêndulo.
Radionica
Utiliza instrumentos, símbolos, objetos e formas geométricas para trabalhar e transformar energias.
Psionica
Relacionada à emissão mental de frequências e à atuação do operador por meio do movimento do pêndulo.
Essas ferramentas são integradas aos princípios e à força espiritual da Umbanda, criando um método de trabalho energético, espiritual e terapêutico.
O Sistema de Cura Umbanda (SCU) é uma abordagem de transmutação energética e terapêutica que une uma Mesa Radiônica aos símbolos, forças e pontos de poder relacionados às entidades e egrégoras atuantes na Umbanda.
Por meio da radiestesia, radiônica e psiônica, o trabalho utiliza o pêndulo como instrumento para rastrear, mensurar e direcionar frequências energéticas.
O objetivo é identificar possíveis desequilíbrios e, a partir da conexão com o supraconsciente e com as equipes espirituais, selecionar os recursos da Mesa que serão utilizados naquele atendimento.
As frequências correspondentes aos símbolos e elementos selecionados são então direcionadas para a pessoa, situação ou ambiente que está sendo trabalhado.
Cada atendimento é conduzido de acordo com aquilo que é identificado na Mesa. Por isso, o processo não é necessariamente igual para todas as pessoas.
O primeiro momento é a conexão do operador com a Mesa SCU e, posteriormente, a conexão do cliente com o trabalho.
Essa etapa busca estabelecer a sintonia necessária para o atendimento e a atuação das equipes espirituais relacionadas à egrégora SCU.
A partir da Ficha de Atendimento SCU, são realizadas as verificações necessárias para compreender o estado energético da pessoa.
Entre essas avaliações está a Frequência Geral, utilizada para mensurar os aspectos geral, emocional, mental e físico dentro da escala estabelecida pela metodologia.
Com o auxílio do pêndulo, o operador rastreia aquilo que precisa ser trabalhado.
A Mesa pode indicar diferentes aspectos, energias, bloqueios, símbolos, elementos ou frequências que precisam ser movimentados durante o atendimento.
Depois de identificar o que será trabalhado, o operador utiliza os recursos disponíveis na Mesa para realizar a transmutação energética.
O trabalho pode envolver símbolos, frequências, elementos e forças relacionadas às egrégoras espirituais presentes no SCU.
O objetivo é promover a transformação de frequências energéticas nocivas e favorecer o equilíbrio, a harmonia e a reconexão do indivíduo consigo mesmo.
O trabalho também pode envolver diferentes dimensões do ser, incluindo chakras, corpos sutis, aspectos emocionais, mentais e espirituais.
Ao final do procedimento, a frequência é novamente mensurada para verificar o estado energético após o trabalho.
O atendimento é então encerrado por meio dos procedimentos próprios da Mesa SCU.
O trabalho é direcionado de acordo com aquilo que é identificado durante o atendimento ou com aquilo que a pessoa trouxe para tratar ou entender, buscando atuar dentro da proposta de harmonia, amor, orientação espiritual e Justiça Divina.
Nem sempre.
Assim como não cuidamos da higiene pessoal esporadicamente, uma vez por mês ou por ano, o mesmo acontece com a nossa higiene energética e espiritual.
Em alguns casos, a metodologia SCU pode indicar a necessidade de um Ciclo 21, especialmente quando existe uma sobrecarga energética que demanda um trabalho mais profundo.
O Ciclo 21 é composto por 3 sessões, com intervalo de 21 dias entre elas.
A necessidade desse ciclo é verificada durante o trabalho na Mesa.
O diferencial do Sistema de Cura Umbanda está na integração de diferentes ferramentas energéticas com os fundamentos e as egrégoras espirituais da Umbanda.
A Mesa trabalha com símbolos, frequências e pontos de poder relacionados a diferentes Orixás, entidades e egrégoras, dentro de uma proposta de conexão, harmonização e transformação energética.
Mais do que trabalhar apenas um aspecto isolado, o SCU propõe olhar para o ser de forma integral — considerando seus aspectos físico, emocional, mental e espiritual.
O propósito do SCU vai além da busca por equilíbrio energético.
A proposta apresentada pela metodologia é favorecer a expansão da consciência, a mudança de paradigmas, a compreensão dos próprios processos e a reconexão consigo mesmo.
É um trabalho que busca abrir caminhos, transmutar bloqueios e favorecer a harmonização do ser, permitindo que cada pessoa participe ativamente do próprio processo.
O operador oferece seu 100%.
E o cliente também oferece seu 100%.
O processo acontece na união entre o trabalho realizado na Mesa e a participação consciente da pessoa em seu próprio caminho de transformação.